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“Jesus quer que você seja aquele que irá anunciar a Sua vinda.”

  • A Confraria Angélica é uma tarefa passada ao Sr. Raymundo Lopes pelos Arcanjos Gabriel, Raphael e Uriel, a pedido de Nossa Senhora.  Esta revelação deu um novo direcionamento à forma de atuar da Obra Missionária, que passou a ter três linhas de ação:
    -Retorno de Jesus
  • -Catequese
  • - Eucaristia           

 Com atuação a nível nacional, a Confraria Angélica terá um corpo constituído de confrades e confreiras, o mais amplo possível e preparado, para maior eficácia em sua missão. 
Aqui você poderá acessar conteúdos informativos ligados a cada tema da linha de ação.

Retorno de Jesus

Tem a missão de anunciar o retorno de Jesus, com a maior amplitude possível, usando de todos os meios de difusão ao alcance da Instituição, amparado nos diálogos constantes de suas publicações.
Seu lema a frase: Vinde, Senhor Jesus!
É representado pela cor azul

Catequese

Tem a função de catequizar e formar catequistas, com base no Catecismo Leigo desta Instituição, ligada ao Catecismo da Igreja Católica, a fim de instruir na doutrina católica e preparar para o retorno de Jesus.
Seu lema é: “Sejam Catequistas!”
É representada pela cor vermelha.

Eucaristia

Composta por “Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão”,  que auxiliam nas Celebrações Eucarísticas,  cultos e distribuição da Eucaristia a enfermos. Têm também a missão de trabalhar na firme defesa da Eucaristia,  a fim de que seja preservada, para o bem da Igreja, especialmente nos momentos mais críticos, em que estará sendo combatida e desacreditada. Assim como mostrar a importância da Eucaristia por ser o Alimento e a força Espiritual que sustentará as pessoas nessa travessia, para os novos tempos.
Seu lema é: “Eucaristia, presença de Jesus entre nós.”
É representada pela cor amarela.

Diálogo dos Arcanjos com Raymundo Lopes

25 de novembro de 2010

O dia 31 de agosto amanheceu ensolarado, embora um pouco frio. Por volta das 8 horas da manhã, chamaram-me para verificar alguma coisa no passeio de minha residência. Fui e, enquanto atendia ao chamado, pude ver os três meninos brincando num monte de areia próximo. Certifiquei-me na hora tratar-se dos ‘garotos’, os mesmos de alguns dias antes (dia 29), quando tive um contato com eles. Assim, aproximei-me para ver o que eles estavam fazendo. Eles tentavam manter em equilíbrio um crucifixo vermelho, uma Medalha Missionária amarela e um pequeno pote azul.
Eu tentei entrar na brincadeira, dizendo:
– Coloque tudo no pote azul, que vocês terão que equilibrar somente uma coisa, não acham?
Um deles, o do pote azul, olhando-me com uma firmeza que me deixou desconcertado, disse:
– Não é assim que você simplifica sua vida, colocando coisas diferentes juntas, para conseguir o equilíbrio!
O outro, o da cruz, perguntou-me:
– Você sabe a diferença entre a cruz e a Medalha Missionária?
O terceiro, da medalha, interrompeu-me argumentando:
– Você sabe se naquele pote cabem a cruz e a medalha?
– Olha, só estou brincando com vocês, podem fazer o que desejam. Desculpem-me.
O primeiro, então, falou:
– Você vem de uma longa e difícil jornada, que pode muito bem ser representada por esta cruz. Você manteve o equilíbrio necessário.
O segundo acrescentou:
– Você conseguiu fazer valer as palavras de Maria, tendo a cruz como argumento, e manteve o equilíbrio.
O terceiro disse-me:
– Coloque sua mão neste pote, que temos uma tarefa para você, e nela esperamos seu equilíbrio.
– Eu não, não vou fazer isso, sinto que não devo e não posso. – disse sem pensar.
– Você está usando o mesmo argumento do Papa. – replicou.
Fiquei perplexo, lembrando-me da conversa com Sua Santidade; e assim respondi, meio sem jeito:
– Desculpem-me, eu acho que posso e devo fazer o que Maria me pede. Dê-me o pote!
Enfiei a mão no pote e de lá saíram imagens da Rosa Mística. Contei-as, totalizaram 15. Eram pequenas, mas eu as via como aquelas que vieram da Alemanha para mim.
– Que é isto? – perguntei-lhes.
– Isto é a base do que a Mãe de Jesus lhe pede que faça! – disse o da medalha amarela.
– Ela deseja que eu faça de novo a Pastoral da Rosa Mística, Pastoral da Visita?
– O nome que Ela deu para esta tarefa é Confraria Angélica.
– Confraria??
– Sim. Reúna as imagens que tem espalhadas, renomeie-as como Raphael, Uriel e Gabriel, pinte a décima sexta que possui, com a figura representando nossa manifestação nas cores azul, vermelha e amarela.
– O pessoal vai me condenar, porque essas imagens são Rosas Místicas, e vocês desejam que eu as chame de Raphael, Uriel e Gabriel?
– É isto mesmo, pinte as rosas, em todas elas, com nossas cores! – retrucou o da medalha amarela.
– Vou fazer, mas a responsabilidade será de vocês.
– Sempre foi, sua responsabilidade é reforçada pela nossa, pois refletimos o que deseja Deus e sua doce e santa Mãe. Por volta de novembro, esperamos ter tudo sob controle. Assim procederá, disse o do pote azul:
Antes de dezembro, prepare a Capela Theotókos para que nos receba, pois é nossa tarefa pedir, juntamente com vocês, que Deus nos receba; e somente chamando-nos podemos ajudar a realizar os planos de Sua Mãe terrena. Promova, assim que for possível, uma mudança na Capela Theotókos, reservando para a doce e serena Senhora o lado direito, e o lado esquerdo para nós. No dia da reunião das Marias, do mês de novembro, informe ao grupo que a Mãe de Jesus deseja ser da escolha dela quem colocará a carta de dezembro. Reúna os que estiverem presentes à Missa da semana do dia 21, coloque seus nomes num recipiente que seja fácil depois retirá-los por sorteio; o que for escolhido, posteriormente, faça-o ciente do desejo de Maria. Sobrarão 47, sendo que o presidente da confraria será aquele cujo nome constar do recipiente mas sem que ele próprio tome a tarefa de querer ser sorteado.
– Isto não vai dar certo!! – argumentei.
– Confie em nós, porque estamos sob o controle de Deus e de sua Mãe terrena.
– E daí? – perguntei-lhes.
– E daí faça as contas: 47=11. Isto é nosso nome que já lhe fornecemos.
– Por quê?
– Porque de 1388 restam 11.
– Não estou entendendo!
– Entenderá, se seguir nosso caminho.
– Posso falar disto com as pessoas?
– Procure guardar silêncio, até que as coisas se juntem.
– Vocês não acham que se eu falar antes, e tudo acontecer, mostrará credibilidade?
– A mensagem de Fátima foi um argumento verdadeiro na mão da Igreja?
– Pelo visto não.
– Não necessitamos de créditos humanos! – disse o de vermelho.
Sem falar nada com ninguém, porque se tornasse isso público a capela encheria de gente, procurei seguir o caminho deles naquilo que me foi possível. No dia 21 de novembro fiz o sorteio e a pessoa escolhida foi o Sidney. De fato restaram 47, pois havia 48 pessoas presentes. Pedi ao Gilmar que colocasse seus nomes nas intenções do Rosário (25/11/10), conforme os Anjos tinham anunciado em agosto. Na reunião do dia 25 fiz saber ao grupo o que tinha acontecido, ficando eu como presidente da confraria, já que se cumprira o previsto, pois eu não tinha colocado meu nome para sorteio, a Maria Alves é que se incumbiu disso, sem me consultar. Os restantes (47) ficaram como integrantes iniciais da tarefa proposta pela Bela e Serena Senhora em agosto. 

Raymundo Lopes

 

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