Diálogos com os Anjos e Raymundo Lopes

Arcanjo Uriel

A incrível história dos Anjinhos que assistem a Obra Missionária

O Anjinho da cor amarela

Uriel é o Arcanjo que conduziu Raymundo até o Papa, em 15 de setembro de 2007. Nesse dia, Raymundo encontrava-se no Vaticano com a incumbência de entregar ao Papa Bento XVI os escritos de Nossa Senhora a respeito de Suas manifestações em Paris, Lourdes e Fátima.
(veja o diálogo: Um alerta de Maria sobre a vinda de Jesus. Sem saber como chegar ao Papa, Raymundo pediu a Ela que o ajudasse, e de repente apareceu Uriel segurando sua mão direita. Raymundo, assustado, disse-lhe:
“– Que loucura. Você aqui?
– Sim, O Senhor Jesus me enviou para ajudá-lo no plano da doce e serena Senhora.
– Estou a perder a hora, como você pode me ajudar?
– Segure firme em minha mão e venha comigo. Se for necessário, diga que sou seu filho.” (Diálogo Que loucura. Você aqui?, livroVeni, Domine Iesu, pág. 88/91)
Raymundo passou por toda a guarda do Vaticano, sem que percebessem sua presença, até ficar cara a cara com Bento XVI e lhe entregar os escritos. Após conversa rápida com o Papa, Raymundo foi conduzido por seu secretário até a praça de São Pedro. Chegando lá, Uriel pediu  que tirasse uma foto dos dois com um celular que Raymundo levava consigo. Nesse dia, Uriel se mostrou a todos, inclusive ao secretário do Papa, mas ninguém poderia imaginar tratar-se de um anjo. Uriel é o anjinho da cor amarela, porque está sempre usando a cor amarela quando quer mostrar algo a Raymundo.

O diálogo completo encontra-se nos livros:
Veni Domine Jesu ) e ( Uma Incógnita dos Finais dos Tempos ). 

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Uriel, segundo Escritos Históricos

Uriel (em hebraico: אוּרִיאֵל, Uriʾel; no hebraico tiberiano: ʾÛrîʾēl; "Chama de Deus") é um dos arcanjos da tradição rabínica pós-exílio, bem como de algumas tradições cristãs.
Os anjos mencionados nos livros mais antigos do Antigo Testamento não são designados por nomes. De fato, já o rabi Shimon ben Lakish (230 - 270) asseverava que os nomes específicos dos anjos foram adptados pelos judeus a partir de tradições babilónicas, depois do exílio - muitos comentadores modernos concordam com esta visão. Dos sete arcanjos do judaísmo pós-exílio, apenas três (Gabriel, Miguel e Rafael) são mencionados pelos nomes nas escrituras que gradualmente foram aceitas como canónicas. Os outros quatro, contudo, são nomeados no século II a.C. no Livro de Enoque, capítulo XXI: Uriel, Ithuriel, Amitiel e Baliel. Aí, intercedem perante Deus pela Humanidade, durante o período dos Nephilim - os Vigilantes caídos. Quando aos três primeiros arcanjos referidos se referia outro, de modo a representar os quatro pontos cardeais, Uriel era, geralmente, o quarto (o Norte - bem como, quando representam os quatro elementos - toma o lugar da Terra). Uriel aparece ainda no Segundo Livro de Esdras, adição apócrifa ao livro de Esdras, no contexto da literatura apocalíptica, em que é enviado para instruir o profeta Ezra, depois deste ter colocada algumas questões dirigidas a Deus.
Uriel é frequentemente identificado como o querubim que "permanece junto às portas do Éden com uma espada ardente" ou como o anjo que "preside à tempestade e ao terror" (no Primeiro Livro de Enoque). Em Vida de Adão e Eva Uriel é representado como o espírito (um dos querubins) referido no terceiro capítulo do Génesis. É também identificado com um dos anjos que deram sepultura a Adão e a Abel no Paraíso.
Derivando das tradições místicas judaicas, Uriel tornou-se também no Anjo do Domingo, Anjo da Poesia, e Príncipe duma das Sephiroth sagradas: a Sephira Hesed da Cabala, onde Uriel é designado pelo nome de Hesediel. Terá sido ele a lutar com Jacob em Peniel. É ainda descrito como o destruidor dos exércitos de Senaquerib. Ainda de acordo com o livro de Enoch, terá sido ele a anunciar a vinda do Dilúvio a Noé, bem como aquele que dirigiu Abraão a caminho da Terra Prometida. É conhecido ainda como o Anjo da Morte, tendo tido um papel importante no episódio das Dez pragas do Egipto, em que verificou quais as portas marcadas com sangue de cordeiro, para poupar tais casas da morte dos primogénitos.
Na tradição apocalíptica, é ele quem deterá a chave que abrirá o Inferno no Final dos Tempos.
Na moderna angelologia cristã - ainda que de uma forma marginal - Uriel é identificado por vezes como Serafim, Querubim, Regente do Sol, Chama de Deus, Anjo da Presença Divina, Arcanjo da Salvação, presidindo sobre o Tártaro (Inferno). Em escrituras mais recentes é, mesmo, identificado com Phanuel - a "Face de Deus". É descrito frequentemente como trazendo consigo um livro ou rolo de papiro, simbolizando a sua sabedoria. Uriel é ainda o anjo patrono das artes e foi descrito por Milton como o "espírito de visão mais arguta de todo o Céu".

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