Mensagem de Nossa Senhora

Fazei isto em memória de Mim, até a Minha volta

Terça-feira, 13 de setembro de 1994

Fazei isto em memória de Mim, até a Minha volta

Meus amados filhos consagrados ao serviço de Cristo!
Jesus amou tanto a humanidade, na pessoa de vocês, que, antes de voltar ao Pai, elevou-os à dignidade de sacerdotes da Boa Nova e lhes deu o milagre da Eucaristia, como garantia de Sua presença, para que dessem testemunho desse amor.
Ele, tomando o pão e o cálice com vinho, deu a vocês, num gesto que atravessa dois milênios, e pediu: “Fazei isto em memória de Mim, até a Minha volta.”
Este gesto constitui o coração da Igreja e, conseqüentemente, todo o anseio cristão. A Igreja é o corpo de Cristo, portanto ela participa, intensamente, do Sacrifício Eucarístico.
Jesus, por Sua vontade e poder, transubstancia a matéria do pão e do vinho e dá, em cada partícula desta matéria, seu Corpo e seu Sangue incorruptível e indivisível. Eis aí o grande mistério com o qual vocês são participantes e responsáveis.
Se vocês vacilarem na credulidade da transubstanciação, o gesto de Cristo perderá o sentido e a fumaça de Satanás turvará suas vistas, transformando-os em zumbis, dentro do coração da Igreja palpitante de vida. A ruína sacerdotal maltrata o coração de Jesus e o Meu, porque é a negação do convite de Cristo a participarem desse ato de amor.
Eu afirmo a vocês: a Igreja se oferece, com os braços abertos, como Cristo na cruz, para que tão infinita misericórdia e tão grande graça não sejam tiradas do povo cristão.
Meus queridos filhos, desejo que amem e respeitem a dignidade dos consagrados a Jesus, e desejo também que rezem muito para que não caiam na tentação da negação desta aliança misericordiosa. Rezem muito pelo Papa, que Eu tanto amo!

Obrigada por terem atendido ao Meu chamado.

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Comentário:

Com sabedoria, a Virgem nos fala sobre o grande mistério Eucarístico. Ela defende a Eucaristia, “o alimento que Jesus nos deu, como única forma de Sua presença entre nós”; e nos alerta para não cairmos na tentação de sua negação.

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