Mensagem de Nossa Senhora

Senhor, seja feita a Tua vontade

Terça-feira, 22 de novembro de 1994

Meus amados filhos!
Eu gostaria de sentir, em todos vocês, a disposição em dizer sempre SIM à vontade de Deus.
Gostaria que este SIM fosse uma entrega verdadeira, porque esta palavra significa um sinal de criação e não de passividade. Assim, Eu recomendo a todos que, ao orarem, precedam suas preces com estas palavras: Senhor, seja feita a Tua vontade.
A oração iniciada com o desejo de abraçar a vontade de Deus e terminada com a intenção de colocá-la em prática, deixa vocês imunes à preguiça, ao desânimo e ajuda dar a este SIM a força necessária para não colocá-lo sob condicionamentos.
Meus filhos, nós somos criaturas de Deus dotadas de pensamento e, como tais, necessitamos de saber e sentir o gosto da verdade, por meio da oração.
Devido às nossas limitações, somente entraremos em contato com esta verdade se estivermos em total comunhão com o pensamento puro, que é Deus.
O próprio Jesus, ensinando os fariseus a orar e chamando sua atenção pela exterioridade com que o faziam, disse: “Quando quiserem orar, entrem no quarto, fechem as portas e falem com o Pai secretamente”. Isto porque Ele sabe que a oração consiste em entrar em si mesmo e pedir a Deus, através da verdade, explicações por tudo que nos acontece e ajuda por nossa falta de confiança em Sua Divina Providência.
Deus, em Sua infinita misericórdia, nos responderá prontamente.

Obrigada por terem atendido ao Meu chamado.

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Comentário:

Reparem que Nossa Senhora retoma o assunto da oração. Ela enfatiza o SIM dado sem contestações e condicionamentos. E, numa colocação interessante, nos diz que o SIM significa criação e não passividade. Entendemos que ao dizer SIM, ao bem ou ao mal, estaremos fazendo uma escolha. Ela quer que deixemos Deus colocar em nós a Sua vontade. Ela enfatiza também o valor da interiorização, isto é, entrar em si mesmo, nesta conversa com Deus, na busca da verdade.
Um sinal de criação:
Que aquela entrega a Deus crie algo de novo em nós: uma nova maneira de ser, de pensar e de agir, conscientes da verdade e inspiradas na vontade de Deus, tornando-nos assim pessoas novas, num cons-tante crescimento interior.
E não um sinal de passividade:
Que a entrega a Deus não seja uma atitude de inércia, mantendo inalterada nossa disposição interior que, na expectativa exclusiva da Providência Divina, acaba por frear nossa ação, arrefecer nosso ânimo e impedir que conheçamos e sintamos o gosto da verdade.

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