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Desejo vê-los como publicanos, admitindo com sinceridade suas culpas

Terça-feira, 31 de outubro de 1995

Hipócritas, fariseus do século XX, vivem nas igrejas se vangloriando de suas pseudo-retidões, como se Deus fosse um ser projetado pelos homens, disposto a escutá-los pelos ouvidos da mentira, da soberba e da desonestidade.
Eu alerto a vocês: mirarem no publicano, deponham suas armas da imperfeição, com humildade, diante de Deus, para que possam merecer o olhar da Justiça Divina.
Deixar cair, diante do poder de Deus, nossa couraça do pecado e admitir nossas culpas e fraquezas é deixar desnuda a nossa alma, para que Ele a vista de novo com a luz da Sua misericórdia.
Será possível que ainda não compreenderam que a exaltação humana é fugaz, de pouca duração? Ainda não perceberam que somente Deus tem a receita da felicidade eterna?
Meus filhos queridos, desejo vê-los como publicanos, admitindo com sinceridade suas culpas, e não como balões cheios de vento, a exemplo do fariseu. Portanto, mostrem-se diante de Deus e digam: 
Meu Deus, aqui estou, coberto pela lama do pecado e da iniqüidade, para que o Senhor me limpe com a Sua misericórdia. Eu lhes afirmo: serão exaltados.

Obrigada por terem atendido a Meu chamado.

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Comentário:

Pela primeira vez, Nossa Senhora começa sem a costumeira saudação: “Meus queridos ou amados filhos”. Inicia dura, chamando-nos de hipócritas, fariseus do século XX. Para quem conhe-ce a passagem de Lucas 18, 9-14, está claro o que Maria nos quer dizer, e é desnecessário repetirem-se aqui as palavras de Jesus, na parábola do fariseu e do publicano. Estamos agindo como fariseus, estufados de ar, razão pela qual nossas igrejas estão cada vez mais vazias. Será possí-vel que nossa insensibilidade vá até o ponto de nos tornarmos cegos, diante de tão dura realidade? O Senhor Jesus tenha compaixão de nós, perdoe nossas culpas e nos conduza à vida eterna. Amém.

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