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Rezem muito para que seja mantida a paz

13 de maio de 1996

Nesta semana, Nossa Senhora não deu a mensagem de terça-feira, certamente devido à aparição na Praça do Papa.
Abaixo,o diálogo ocorrido neste dia:
(…) Depois que terminar nosso último encontro, o tempo concedido a mim pelo Pai estará terminado. Ele enviará a vocês a Luz do Espírito da Verdade. Ele os ajudará a dar testemunho de tudo o que estou passando a você. Peço que tenham confiança em minhas palavras e sigam meus conselhos. Você, o Grupo Missionário e todos os seus amigos sofrerão muito, serão impedidos de levar a todos as minhas mensagens. Haverá alguns que acreditarão que, se lhe tirassem a vida, estariam dando glória a Deus, mas assim, a pedido de Jesus, dirigi todo esse processo. Confiem em mim, Eu amo todos vocês. Necessito que o Grupo Missionário se reúna todo o primeiro dia após o dia 10 de cada mês, até a minha derradeira vinda, no dia 11 de fevereiro (de 1997), como lhe falei. Peçam ao Espírito Santo, como lhe foi ensinado na igreja de São Bento (Terço da Divina Chama), e também digam conforme vou lhe ensinar agora:
Pai Criador, forja em nós a perfeição dos pensamentos puros. Cria em nossa matéria, cada vez mais, o fluxo divino, para que, vivendo na terra, olhemos para o céu e Te vejamos refletido no infinito. Senhor Jesus, preparaste-nos com Teu sa-crifício na cruz, para enfrentarmos estes tempos confusos e difíceis. Dá-nos, agora, forças para levarmos adiante nossa cruz, até o calvário do nosso espírito pecador, na obediência, no perdão e na mansidão. Pai da Luz e da Verdade, vem até nós e nos ilumina. Pai da Luz e da Justiça, vem até nós e dá-nos o dom do amor fraterno. Pai da Luz e do Discernimento, vem até nós e fornece-nos o dom de distinguir o caminho que nos levará a Ti. Amém.

Depois Ela continuou:
– Olhe para o alto, desejo mostrar-lhe onde habitam as almas que fazem, na terra, a vontade de Deus.
Olhei para onde Nossa Senhora direcionava as mãos e pude ver um espaço onde espíritos celestes, translúcidos como cristais iluminados pelo sol, pairavam no ar. Havia ali um clima de amor e de paz. Não percebia cores, mas tudo era matizado em tons que não existem na terra. Um tênue fio dourado corria todo o espaço, e por onde passava, impregnava de luz todos os espíritos que ali estavam. Os espíritos não tinham asas, mas pareciam anjos. Uns desciam, outros subiam, numa interminável fila, de onde Nossa Senhora estava, até perder-se no infinito.
– Por que a Senhora está me mostrando isto? – perguntei.
– Porque nos primeiros anos deste século mostrei a pequeninos pastores o inferno, e agora quero que veja uma ínfima parte do Céu. É para o Céu, na companhia de Jesus e da minha, que desejo levá-los. Façam boas obras, vivam o Evangelho, refor-cem suas vidas na Eucaristia, cultivem a paz e, se seguirem os meus conselhos, seu país será um oásis de paz, nesse milênio que se inicia. Serão poupados de muitos sofrimentos. O Brasil está sob a minha proteção, mas necessito que rezem muito para manterem a paz. A oração é como o banho da alma. Rezem para que a tenham limpa, porque aqui somente existe lugar para a pureza do espírito. Um espírito pesado pela sujeira do pecado não se erguerá nunca ao Céu. Ficará preso às profundezas da terra. Aproveitem o tempo que Deus lhes concede e espiritua-lizem-se, para serem dignos do Céu. Caso contrário, pesados como bolas de chumbo, ficarão presos nas redes de Satanás, o príncipe deste mundo. Vocês, leigos, defendam a Igreja! 
Darei mensagens semanais a você somente até a terça-feira que antecede nosso último encontro marcado. No dia 11 de fevereiro de 1997, lhe instruirei o que fazer com tudo isso que lhe passei, durante estes anos que vim até você. Jesus determinou que estará comigo neste dia, quando me farei presente com toda a glória que recebi do Pai. Depois disto, se você cumprir na terra a vontade dele, nos encontraremos no Céu, conforme já lhe disse. A pedido de Jesus, haverá hoje, nesta praça, muitas curas da alma e do corpo. Isto será feito para a glória de Deus, para que dêem testemunho da Verdade e do Seu amor misericordioso a todos vocês. (…) Fale a todas essas pessoas, que aqui vieram, que Eu as abençôo.
Dizendo isto, começou a se elevar de mansinho e, dirigindo-se para onde se punha o sol, abriu os braços como que abençoando a todos os presentes. E desapareceu ao longe, qual pequenina estrela.

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