Obra Missionária

Os dias da grande Purificação despontam no horizonte

Explicação de Francisco Lembi sobre a Purificação

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Palestras com Raymundo e Francisco Lembi

Encantado - RS - 14 e 15 de agosto de 2015

O Aviso          

As [profecias] maiores constituem-se numa sequência de fenômenos interligados, que começarão pelo Aviso, continuarão no Milagre e, se a humanidade persistir em seus erros, terminarão no Castigo. “Esta trilogia – explica o autor do livro Garabandal, continuação de Fátima – é o ponto alto da profecia de Garabandal e marca claramente o fim dos tempos e a abertura de um ciclo histórico novo, que principia depois do Castigo. Esse novo tempo, que pode ser descrito como o Reino, será pacífico e cheio de graças de Deus. É o Reino do Imaculado Coração de Maria e do Coração de Cristo, para o qual ela é a porta. Daí que Garabandal seja, fundamentalmente, uma porta, a porta dos novos tempos.”          

Quanto ao Aviso, as referências iniciais datam de 1º de janeiro de 1965. Neste dia, Conchita se encontrava sozinha nos pinheiros, quando a Virgem lhe comunicou que daria uma última mensagem ao mundo, a qual iria encerrar o ciclo de Garabandal. A seguir, transmitiu uma mensagem particular, que ela prontamente comunicou ao padre Laffineur1. Diz o seguinte:           

“O Aviso que a Virgem vai nos enviar é à maneira de castigo, para aproximar os bons mais de Deus e para advertir os demais. Em que consiste o Aviso, não posso revelar. A Virgem me pediu para manter em segredo. Queira Deus que, graças a esse Aviso, nos emendemos e cometamos menos pecados contra ele.           

- Causará mortes? – perguntou-lhe por escrito Laffineur.           

- Se morrermos – foi a resposta –, não será pelo fato do Aviso em si, mas pela emoção que teremos ao vê-lo e senti-lo.”           

“Palavras simples, precisas e muito claras – comenta Laffineur. Deviam bastar, como deveriam ter bastado as da Irmã Lúcia, de Fátima, quando, em 1938, escrevia ao seu bispo: ‘Creio que aquilo a que chamam de aurora boreal é justamente o sinal que a Virgem me deu de que os acontecimentos profetizados estão próximos.’ Tais acontecimentos fizeram mais de 26 milhões de mortos.”2           

Sobre a natureza do Aviso, temos ainda esta explicação de Conchita à tia Maximina, que ela depois consignou por escrito: “Disse-me que um dia iríamos sofrer um desastre horrível. Em todas as partes do mundo. Ninguém escapará. Os bons, para se aproximarem mais de Deus; os outros, para se emendarem. Seria preferível morrer a suportar, por 5 minutos que fosse, o que nos espera.”           

“Já a sua realização será um novo motivo de credibilidade, anunciá-lo e reafirmá-lo a todos é a solicitude mais fraterna que podemos ter para com o mundo”, aconselha o padre Laffineur.           

“Se eu não conhecesse o Castigo que está por vir – continua Conchita, explicando à jovem Angelita –, diria que não há castigo maior do que o Aviso. Mas ele durará bem pouco tempo.”           

“Será horrível em grau máximo – explica ainda. Ah, se eu pudesse contá-lo a vocês como a Virgem mo contou a mim! Ele é um fruto dos nossos pecados. Pode produzir-se de um momento para outro; eu espero-o todos os dias. Se soubessem o que é, ficariam horrorizados!”           

- Por que não o torna público, para que o saibam todos os que vêm aqui? – pergunta-lhe alguém.           

- Estou cansada de dizer, ninguém faz caso.          

Dias mais tarde, voltam ao assunto:          

- Conchita, desde que me fez estas confidências, penso muitas vezes no céu.           

- Eu também – responde a vidente. De modo especial quando vou para a cama. Tenho muito medo de que aconteça durante a noite. Não nos damos conta da medida com que ofendemos ao Senhor. A Virgem me disse que todos sabem da existência do inferno e do céu. Mas pensam nisto apenas por medo e não por amor a Deus. Por culpa dos nossos pecados, seremos nós mesmos a causa da natureza do Aviso.           

Outros esclarecimentos encontramos nas respostas a um questionário de 14 de setembro de 1965:           

“O Aviso é uma coisa que vem diretamente de Deus. Será visível no mundo inteiro, qualquer que seja o lugar onde alguém se encontre. Será como que a revelação (interior a cada um) dos nossos pecados. Vê-lo-ão e sentirão tanto os crentes quanto os não crentes de todos os países.” E mais: “É como uma purificação para o Milagre. É como uma catástrofe. Fará com que pensemos nos mortos, ou seja, que prefiramos estar mortos a sofrer o Aviso.”           

Quanto aos efeitos sobre o íntimo de cada um, Conchita explica: “O Aviso será uma correção de consciência do mundo... O Senhor o enviará para nos purificar, a fim de podermos apreciar melhor o Milagre, pelo qual nos prova claramente o seu amor.”3           

Uma senhora, depois de ouvir as explicações de Conchita, observou:           

- Sabe-se que está se aproximando da terra um cometa. Não será isto o Aviso?           

- Não sei o que é cometa. Mas se é alguma coisa que depende da vontade dos homens, não. Se, porém, depende de Deus, é possível.           

“Saímos em direção à Igreja – prossegue aquela senhora – e Conchita me pegou pelo braço. Eu lhe disse:           

- Conchita, reze por mim, tenho medo, muito medo.           

- Sim, o Aviso é terrível! Mil vezes pior que terremotos.”           

A senhora empalidece.           

- Qual é a natureza do Aviso? – pergunta.           

- Será como fogo. Não queimará a nossa carne, mas o sentiremos no corpo e no espírito. Todas as nações e todas as pessoas o sentirão da mesma forma. Ninguém escapará. E mesmo os não crentes conhecerão o temor de Deus. Mesmo que te metas em casa e feches a porta e os postigos, não escaparás; sentirás e verás, apesar de tudo. Sim, é verdade que a Virgem me disse o nome do fenômeno. Este nome existe no dicionário. Começa com A. Mas me pediu para não revelar.           

- Conchita, estou com tanto medo!           

Sorrindo, ela pegou a amiga pelo braço:           

- Sim, mas depois do Aviso, você amará muito mais a Deus.           

Um aspecto complementar das declarações de Conchita nos é fornecido por Jacinta, em fevereiro de 1976: “O Aviso será de muito curta duração, alguns minutos; mas esse pouco de tempo se nos tornará tremendamente longo, pela dor que nos causará... Virá sobre nós como um fogo do céu, que repercutirá profundamente no interior de cada um. À sua luz veremos com toda a clareza o estado da nossa consciência, ‘vivenciaremos’ o que significa perder a Deus, sentiremos a ação purificante de uma chama abrasadora. Em resumo, será como passar pelo juízo particular ainda em vida, na intimidade de cada um.”           

Esta purificação tem por fim nos deixar em forma para o Milagre; de outra maneira, como poderíamos resistir à sobre-humana e maravilhosa experiência que haveremos de ter no Milagre? 

1 (nota do autor) Dominicano, um dos responsáveis pelo processo canônico das aparições de Beauraing e inquiridor oficial dos fenômenos de Garabandal, desde 1963, a pedido do bispo Beitia, de Santander. Foi o pioneiro das aparições de Garabandal na França e no mundo inteiro, tornando-se um incansável divulgador de suas mensagens, principalmente através do “Centro de Informação sobre Garabandal”, por ele fundado em 1966. 

2 (nota do autor) Hoje se sabe que os mortos da Segunda Guerra Mundial foram, na verdade, mais de 40 milhões. 

3 (nota nossa) A grande purificação também foi tema da mensagem Convertam-se e rezem para que outros o façam, dada por Nossa Senhora a Raymundo Lopes no dia 2 de maio de 1995:           

Meus filhos!           

Convertam-se e rezem para que outros o façam, porque o dia da grande purificação desponta no horizonte e atingirá toda a humanidade, independente do credo que praticam.           

Estejam unidos para que possam, numa cadeia amorosa, ajudar a todos nessa conversão que tanto peço. Não os quero amedrontados, porque isto não será um castigo, mas uma imensa graça que o Pai Celeste derramará sobre a terra.           

Nesse dia vocês verão passar, por um relance diante dos olhos, todas as faltas cometidas contra a Lei de Deus.           

Estejam preparados e usem da confissão como o meio eficaz que atenuará enormemente o impacto dessa ação purificadora do Criador. Somente poderei ajudá-los se quiserem ser ajudados.           

Obrigada por terem atendido ao Meu chamado. 

“Garabandal, os tempos finais”, p. 124 a 127. 

O Milagre 

Desde julho de 1961, os espectadores recomendam às meninas que peçam à Virgem um grande milagre, capaz de convencê-los a crer nas suas aparições sem qualquer sombra de dúvida. As meninas apresentam esta súplica, e cada vez com mais insistência, tanto ao anjo quanto à Virgem. E notam que cada vez o rosto dela se torna bem sério, como se lhe repugnasse manipular o prodígio, seja porque o milagre interfere de certa maneira na liberdade do homem (diante do qual, este geralmente não tem outro remédio a não ser inclinar-se), seja porque obriga Deus a abrir uma exceção na ordem das coisas por ele mesmo estabelecida. Em cada ocasião ela responde: “Acabarão acreditando.” Não obstante, promete uma série de sinais, a maioria das vezes de natureza estelar, que culminarão com um de maior ressonância: o da hóstia visível, já conhecido1.           

Na noite de 5 de agosto de 1961, os presentes ouvem Mari-Cruz em êxtase falar: “Veja, a gente não crê... Crê apenas que estamos loucas ou somos umas tontas. Vamos, faça um milagrezinho! Nem que seja bem pequeno, para que creiam. Nem que seja deslocar três estrelas!”           

A senhora Fernández, naquele dia presente em Garabandal com seu filho afetado de paralisia infantil, conta: “Diante do espanto geral, porque a maioria ignorava a causa daquilo, três estrelas fugazes atravessaram juntas o firmamento.” Cruzaram-se, nos dizem outras testemunhas. No dia 8 de agosto do mesmo ano, ouve-se Conchita dizer, em êxtase: “Sabe o que comentam? Que deve dar uma prova... Em Lourdes e Fátima, a senhora deu uma prova.” E Loli: “Dê uma prova neste momento! A Senhora sempre diz que a dará, que virá para dá-la.”           

Todos estes pequenos prodígios, assim como os sugeridos daí por diante, vistos apenas por um número restrito de testemunhas, não são mais do que sinais anunciadores do Grande Milagre, que será visto por milhões de pessoas. “A Virgem anunciou-me um grande milagre – confia Conchita ao seu Diário –, que Deus vai fazer por intercessão dela. Como o Castigo será muito grande, também o Milagre será muito grande, tal como o mundo necessita.”           

Nestas breves referências encontramos a “promessa de um fenômeno visível e sobrenatural, de que o mundo precisa tal como de pão para a boca. O mundo precisa ser abalado nos seus fundamentos racionalistas e positivistas, no seu orgulho tecnológico imbatível. O Milagre responde a essas necessidades e parece apontado à reconversão dos homens, à reconsideração do seu nada diante dos prodígios de Deus”, observa o autor de Garabandal, continuação de Fátima.           

“O Milagre de Garabandal – explica a vidente a uma família francesa – será muito maior, muito mais empolgante que o de Fátima. As pessoas que o presenciarem ficarão tão desconcertadas, que nenhuma sairá com dúvida. Seria necessário que o mundo inteiro estivesse presente ao Milagre, porque então não haveria seguramente o Castigo, já que todos creriam.”           

Em conversa com Sánchez-Ventura, levanta a ponta do véu que encobre a natureza do Milagre: “Aparecerá no céu um sinal, tão característico e espetacular, que ninguém poderá negar a realidade do prodígio.”           

Durará uns 15 minutos e acontecerá às oito e meia da noite, hora em que o anjo apareceu pela primeira vez. Dele ficará uma marca, um sinal visível permanente nos pinheiros, que provará não ter sido feito por mãos humanas. Estará à disposição de todos os tomés que ainda precisam ver para crer. “Será semelhante a uma coluna feita de uma substância desconhecida, visível mas não palpável. Poderá ser fotografado, filmado, televisionado. Ver-se-á que não é coisa deste mundo. Poderão presenciá-lo todos os que estiverem no povoado e arredores. Os doentes que se encontrem na vila serão curados. Terá lugar numa quinta-feira, coincidindo com a festa de um jovem mártir da Eucaristia.”           

Trata-se, como se vê, de um fenômeno de dimensões planetárias, “o maior milagre já realizado por Cristo em favor da humanidade”. Nem no Antigo nem no Novo Testamento encontramos prodígios de uma tal magnitude, nem no tempo, nem no espaço. Será um daqueles sinais anunciados pelo profeta Joel para os tempos finais: “Realizarei prodígios no céu e na terra, sangue, fogo e colunas de fumaça” (Joel 3,3-4) e confirmado por Pedro diante do Cenáculo (At 2,14-21).           

Conchita lhe conhece exatamente a data e a comunicou ao papa Paulo VI, ao confessor dele e ao cardeal Ottaviani, então prefeito do Santo Ofício, hoje Congregação para a Doutrina da Fé, e a mais duas pessoas, cujos nomes não revelou.           

O Milagre ocorrerá menos de um ano depois do Aviso. Oito dias antes, Conchita começará a divulgar a data. “Com toda a probabilidade – explica à revista “Needles”, - à meia-noite avisarei Joey2, a rádio, a televisão e a todas as pessoas que, no mundo inteiro, eu sinta capazes de divulgar a notícia rapidamente. Não tenho qualquer receio a este respeito. Sei que se a Virgem te quis ali, ali estarás... A Virgem não mente jamais... Ela disse: te dei tudo o que precisavas; te dei tudo o que podias desejar. Tudo está preparado para chegar ao fim da mensagem.” 

1 (nota nossa) No dia 18 de julho de 1962, Conchita recebeu a comunhão das mãos do arcanjo São Miguel. A hóstia, de uma alvura sobrenatural, permaneceu visível sobre sua língua durante cerca de três minutos. O milagre aconteceu no centro de Garabandal, à vista de uma multidão de pessoas, e pôde ser filmado e fotografado. Houve curas e conversões. 

2 (nota nossa) Trata-se de um norte-americano cego que, segundo profecia de Nossa Senhora, recuperará a visão no dia do Milagre. 

“Garabandal, os tempos finais”, p. 127 a 130. 

O Castigo

 A visão do Castigo foi mostrada às videntes em duas noites inesquecíveis da história de Garabandal – 19 e 20 de junho de 1962. Loli e Jacinta saíram juntas para os pinheiros. Fizeram sinal aos presentes que se mantivessem a uma certa distância. Desta vez iam sem o acompanhamento de Conchita.          

De repente, soaram gritos de pânico, quando o véu do futuro lhes foi levantado e puderam antever cenas de grande punição. Trêmulas, desceram agitando os braços, como a afastar algo apavorante.           

Eis que, naquele mesmo instante, em sua casa, também Conchita entrava em êxtase. Minutos não eram passados, e chegava o comerciante de Santander, Plácido Ruiloba, visivelmente transtornado pela emoção.           

- Não ouviram os gritos das meninas? – perguntou. Foi espantoso!           

A cena se repetiria na noite seguinte, agora com a presença também de Conchita. “Soltavam uns gritos impressionantes – atesta Eloísa Roza. Diziam: ‘Espere! Espere! Que se confessem todos! Ai! Ai!’ A gente começou a pedir e a pedir-se perdão publicamente.”           

O superior de um convento franciscano de Santander, frei Félix Larrazábal, convidado para realizar a festa do Corpo de Deus, que naquele ano de 1962 caía em 21 de junho, encontrava-se presente no meio do povo. Ouvindo aqueles gritos medonhos – conta ainda Eloísa – “se pôs a rezar em voz alta, e nós o acompanhávamos... Mas bastava parar um instante para que as meninas, da maneira mais angustiante, voltassem a chorar e a gritar... acalmando-se de novo quando prosseguia a oração”.          

(...)           

Sobre essa noite existe uma curta mensagem, assinada por Loli e Jacinta. Apesar da linguagem infantil, ela entremostra o que experimentaram: “A Virgem disse que nós não esperamos o Castigo, mas ele virá sem o esperarmos. Porque o mundo não mudou; e com esta vez ela já o disse duas vezes. E que nós não lhe prestamos atenção, porque o mundo está pior. Tem que mudar muito, e ainda não mudou nada. Preparem-se e confessem-se, que o Castigo virá em breve e o mundo continua na mesma. Que pena que não muda! Em breve virá o castigo, muito grande, se não mudar.”           

(...)           

Uma descrição mais elucidativa encontramos nesse texto de Loli, entregue ao padre mexicano Gustavo Morelos, fundador da Legião Branca de Nossa Senhora do Carmo: “Embora continuássemos vendo a Virgem, começamos a ver também uma grande multidão, que sofria muito e gritava com a maior angústia... Depois ela nos fez ver como chegará, para toda a humanidade, o grande Castigo, e que esse virá diretamente de Deus... Num determinado momento, nenhum motor ou máquina funcionará. Uma terrível onda de calor se abaterá sobre a terra, e os homens começarão a sentir uma grandíssima sede; buscarão desesperadamente água, mas essa, devido ao grande calor, se evaporará. Então quase todos cairão no desespero e tentarão matar-se uns aos outros; mas a força lhes faltará e cairão por terra. Será o momento para compreenderem que é Deus precisamente quem está permitindo isto.           

Por fim, vimos uma multidão de pessoas envoltas em chamas. Corriam para jogar-se nos mares e nos lagos; porém, ao entrarem na água, essa parecia ferver e, em vez de apagar as chamas, era como se as ativasse ainda mais. Era tão horrível que pedi à Virgem para levar consigo as nossas crianças, antes de isto acontecer. Mas ela nos disse que então já serão grandes.”           

A descrição de Conchita igualmente faz referência ao fogo: “Vi o Castigo e posso garantir-lhe que, se ele acontecer, será pior do que se estivéssemos envoltos pelo fogo; pior do que se tivéssemos brasas debaixo dos pés e em cima da cabeça.”           

Tempos depois, falando a um grupo de norte-americanos que chegava em peregrinação a Garabandal, Conchita voltava ao assunto assim: “A Virgem fará o Milagre para evitarmos o Castigo, embora o Castigo não possa ser evitado1, porque perdemos até o senso do pecado. Agora chegamos a um tal extremo, que Deus terá que nos castigar. 

1 (nota do autor) Mais tarde, em 1971, Conchita declarava que as afirmações sobre o caráter inevitável do Castigo eram pessoais dela. As videntes sabiam muito bem que, evitado ou não, o Castigo tem um significado espiritual, mesmo teológico. Sem dúvida – observa Ramón Pérez – nada agrada mais a Satanás do que ver dar-se muita ênfase ao Castigo, porque isto contribui para desviar a atenção das partes mais constitutivas de Garabandal, que são: amor à vida, oração, caridade, eucaristia e fidelidade à Igreja. 

“Garabandal, os tempos finais”, p. 130 a 132.

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