O Retorno de Jesus - Segunda Vinda de Jesus - A Valta de Jesus

A Igreja e o dever do Anúncio

Diálogo em que Nosso Senhora mostra a Raymundo o perigo que corre a Igreja se o Papa não ceder aos avisos do Céu em anunciar a segunda vinda de Jesus conforme pedido nas aparições em Catarina Labouré, Lourdes, Fátima, e por último - Belo Horizonte.

A Igreja e o dever do Anúncio - Obra Missionária - Raymundo Lopes

Raymundo teve o entendimento da visão abaixo no dia 25 de fevereiro de 2011, quando lhe ocorreram duas paradas cardíacas, sendo internado no Hospital Biocor, em Belo Horizonte. Depois, no dia 20 de março, assistindo a transmissão do discurso do Presidente dos USA Barack Obama, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, viu no fundo as bandeiras dos USA e do Brasil. Aqui está parte da visão que tive em Fátima (Portugal), em 25/07/2000, e que Nossa Senhora me pediu que guardasse segredo até certo acontecimento.

Vi dois panos azuis, um mais claro do que o outro, cheios de estrelas.
Escutei um estrondo enorme, e pude perceber que o barulho vinha do lado do pano azul mais escuro. Depois veio um pano vermelho, e uma onda enorme o levou.
A seguir vi uma cidade toda destruída, tendo entre os escombros um  pano amarelo1.
E Nossa Senhora disse-me:
– O que vê está compreendido entre os anos 2001 a 2012. Dois não poderão ser alterados, mas o terceiro poderá2, dependendo de como agir o do pano amarelo. Se o do pano amarelo não ceder aos avisos do Céu, sua destruição está decretada, e terá depois três períodos para se conscientizarem. Após isso, caso não se conscientizem, será o fim.
– O que quer dizer isso, Senhora?
– Como não lhe peço segredo, mas prudência, que fique somente na sua mente, até que os dois acontecimentos se produzem e o líder do país do pano azul-escuro vier ao país do pano azul-claro. Isso acontecerá acerca do acontecimento do pano vermelho.
– O que acontecerá com o pano amarelo?
– Está contido naquilo que relatei na visão da Praça de Fátima, em 2000.3
– Posso revelar esta visão?
– Pode, é prudente e deve!4
– Não é a mesma que a Senhora revelou aqui?
– Sim, é a mesma!1
Depois um anjo tirou de um jarro um papel, no qual estava escrito: 
2001 onze do nono mês. 
Outro anjo veio e tirou de um outro jarro um outro papel, em que se via escrito:
2011 dez do terceiro mês
E outro anjo tirou do terceiro jarro o terceiro papel, onde estava escrito:
Some-as e terá a terceira etapa.5
E Nossa Senhora continuou:
– Desejo que aguarde com muita prudência estas datas e não as revele a ninguém antes da visita do azul-escuro ao azul-claro.
– Por quê, Senhora?
– Porque o Céu não deseja transformá-lo em ponto central de profecias devido às minhas visitas à terra. Os avisos serão dados, e o grande pastor deverá lê-los nos sinais destes tempos.
– Por que então me revela?
– Porque, sabendo, lhe incentivará a tomar consciência dos fatos e coragem para empreender uma tomada de consciência em prol da vinda de Jesus na mente e na história de vocês.
– Vou escrever, posso?
– Pode. Tomarei conta para que tudo esteja como vê. Desejo que tome a providência de dar ciência aos dois Serafinsda terceira visão, mas da primeira e segunda não fale nada.
– O que eu digo às pessoas?
– Diga somente que retornei aqui e lhe relatei a terceira visão; mas da primeira e segunda lhe peço que somente depois da visita do pano azul-escuro ao pano azul-claro as revele; isso se for de sua vontade, não me importo.
– O que acontecerá?
– Agora não me é possível lhe adiantar os fatos, mas os verá no caminhar da história de vocês. Não o quero como ponto central desses acontecimentos; por isso guarde silêncio, mas acredite que estou aqui e sei o desenrolar da história. Sua vida terá mudanças bruscas com o pano amarelo, mas não tema poderes que os julgue maiores do que você. O poder maior vem do Céu, que domina a história.2
Dizendo estas coisas, desapareceu.
Estou escrevendo num caderno que vai ficar no cofre de minha casa, conforme pedido de Nossa Senhora, e somente será revelado quando chegar o tempo e se eu achar necessário.

Fátima – Portugal, 25 de julho de 2000

Raymundo Lopes

1 e 3- Diálogo de Fátima

25 de julho de 2000 – Cova da Iria / Fátima – Portugal

Naquele dia – 25 de julho de 2000 – marcado pelo retorno de Nossa Senhora, depois de 1260 dias (três anos e meio) de afastamento (11/02/1997 a 25/07/2000), não me foi possível escrever detalhadamente a visão que tive em Fátima, na Cova da Iria, devido ao escasso tempo de que dispunha, pois, para atender o pedido de Nossa Senhora, deveria entregar o relato ao Bispo de Leiria (Dom Serafim), imediatamente, já que na manhã do dia seguinte eu retornaria ao Brasil. Por isso o havia feito de forma sucinta, entregando-o no mesmo dia àquele Bispo e, no dia 31 de julho, ao Cardeal de Belo Horizonte (Dom Serafim).

Eram doze horas (treze horas no horário de verão, em Portugal). Na Capela das Aparições, na Praça de Fátima, acompanhado de um grande número de missionários, eu aguardava ansiosamente o retorno da Virgem Maria, quando percebi, na frente do altar, o “garoto” que se intitulava Anjo de Portugal e do Brasil. Aquele que no dia 1º de junho de 1998, naquele mesmo local, me falara desta volta da Mãe de Deus: sua sétima aparição em Fátima. Por algum tempo, ele permaneceu ali, enquanto era celebrada uma Missa, determinada pelo reitor do Santuário (Padre Luciano Guerra), visando à dispersão dos que ali aguardavam aquele histórico momento.

Depois, ao final da Santa Missa, no instante que o celebrante dava a benção final, senti uma leve brisa roçar minha cabeça e vi no céu um clarão como de um relâmpago. Olhei para ver o que era, e quando voltei os olhos para o altar, o anjinho tinha sumido, em seu lugar estava Nossa Senhora, toda de branco, tendo nas mãos quatro rosas douradas, duas em cada mão.

Ela deixou cair as rosas e delas, ao caírem, vi surgir uma cena impressionante:

um sítio enorme, contornado por algumas construções, que pareciam grandes casas de dois ou mais andares e muitas janelas. No meio dessa área aparecia uma imensa e impressionante ruína de um prédio. Entre os escombros havia pedaços de colunas e estátuas quebradas. O céu era de um alaranjado meio arroxeado, com um fundo quase vermelho.

Sobre essa ruína, o que mais me chamou atenção foi um globo de um azul intenso, no qual se via encravada uma cruz tosca e torta, lembrando a cruz que o Papa João Paulo II carrega em seu báculo, mas parecia estar suja e enferrujada, e com um detalhe: faltava nela a figura de Jesus crucificado. Dos pés dessa cruz pendia um pano branco. Dos escombros saía uma fumaça densa em alguns pontos e rarefeita noutros. Parecia ser o resultado de um imenso incêndio recém-apagado.

De repente, do vermelho-alaranjado do céu, vi surgir quatro formas humanas que, aproximando-se, ficaram de pé sobre a ruína. Eram quatro rapazes esbeltos, aparentando entre dezoito e vinte anos, vestidos com uma túnica muito branca.

Tinham cabelos pretos e pesados, aparados à altura do ombro. De seus olhos saía uma luz ofuscante, fazendo-os parecer ora azuis, ora verdes, ora castanhos. Mas eram olhares distantes, indiferentes à devastação do ambiente, como se aquilo não fizesse parte da realidade deles. Às vezes levantavam levemente a túnica, deixando ver os pés descalços. A fumaça da ruína não investia sobre eles.

Subitamente, do mesmo lugar de onde vieram, surgiram quatro pontos brilhantes os quais, dirigindo-se a eles, foram crescendo até formarem enormes bolas douradas, como se fossem quatro vasilhas, com uma pequena abertura. Aproximando-se dos rapazes, elas interromperam bruscamente sua trajetória, posicionando-se à direita de seus pés. Eles então lhes fixaram o olhar, elas se partiram e delas saíram formas de animais e uma figura humana, que destoavam da paisagem, por estarem sem cor. Alguns pedaços das vasilhas partidas avançaram com ímpeto sobre as ruínas.

Da primeira vasilha partida, da esquerda para a direita, vi sair um boi sem manchas e sem chifres. Ele cambaleava trôpego sobre as ruínas, caía a todo instante, parecendo estar ferido em uma das patas.

Da vasilha seguinte, enrolando-se nela, surgiu um enorme pássaro negro. Suas asas entrelaçavam-se, suas penas pareciam estar sujas e pesadas. Com dificuldade se desvencilhou da vasilha, e a muito custo, levantou voo e ficou pairando sobre as ruínas.

Da terceira vasilha, já quebrada, vi uma figura humana parecendo estar desmaiada e ferida. Com dificuldade se pôs de pé. Não estava vestida, era como uma sombra branca, com pouca definição de contornos e detalhes, mas era inegavelmente um ser humano. Com muita dificuldade procurava cami-nhar sobre as ruínas, caindo a todo instante.

Da quarta vasilha saiu um leão enorme. Parecia cansado e doente. Seu pêlo era limpo e incrivelmente brilhante. Ele caminhou com dificuldade e cabisbaixo. Sua majestosa juba movimentava-se com seu caminhar, por vezes cobrindo-lhe a cabeça. Depois, posicionou-se embaixo do pássaro que pairava no ar e ficou olhando para ele.

Os dois animais, o enorme pássaro e a figura humana ficaram próximos a uma pessoa vestida de branco, sentada no que parecia ser o resto de uma poltrona dourada, cujo braço terminava num desenho de um animal, ou de uma criança. Esse senhor parecia sofrer horrivelmente. Apesar de sua túnica folgada e bonita, com um caimento magnífico e que mais parecia linho, ele gemia, pois um cinto largo e negro, em sua cintura, parecia incomodá-lo. Tentava tirá-lo, mas não conseguia. Não vi seu rosto, pois estava de costas, com a cabeça ligeiramente voltada para os rapazes ao fundo, mas percebi que tinha cabelos brancos e ralos.4

De repente, ouvi um grito, entre soluços, vindo dessa pessoa:

“Senhor, não fiz o que me pediu! Perdão, meu Deus, perdão, meu Deus!”

Naquele momento formou-se um redemoinho entre as ruínas. Uma espessa coluna de fumaça começou a tomar forma de uma pessoa completamente sem definição. Era como se houvesse alguém escondido dentro dessa coluna de fumaça.

E dela saiu uma mão negra, grande e nodosa, parecendo mão de pessoa idosa, que começou a apanhar algumas pedras, das quais saía fumaça, e tentava colocá-las umas sobre as outras. Nossa Senhora então me disse:

“Esta visão que Deus lhe permite, deverá escrever e estar nas mãos dos dois Serafins, o senhor Bispo de Leiria e o senhor Cardeal de Belo Horizonte, sem mais tardar. Guarde reservas sobre ela até o dia 15 de outubro deste ano. É o prazo que o Senhor Deus fornece a esses bispos para que isto chegue ao Vaticano.

O que vou lhe relatar agora poderá ser dito de imediato.

Não fizeram o que pedi aqui. O que Deus permitiu à pastora Lúcia ver e relatar ainda não se cumpriu. É urgente e necessário que o corpo clerical da Igreja promova uma consagração do mundo ao meu Coração Imaculado, pois existe um pequeno tempo para que essas coisas possam ser modificadas antes de se cumprirem.

Se fizerem o que peço, muita coisa será atenuada; entretanto, tempos sombrios para a Igreja virão. Pela vontade da Divina Misericórdia, devo proteger a Igreja na América Latina, em especial no Brasil, e na Europa, Portugal, para que não caiam no pecado da apostasia e possam dar ao mundo o exemplo de fé. Esse reitor me causará num futuro próximo grandes aborrecimentos.*”

Eu perguntei à Virgem Maria o que significava aquela cena.
– Não cabe a você discernir sobre isto. Entregue a esses bispos o que irá escrever!
– Ela respondeu.

Depois, Ela me pediu que trouxesse sua imagem que se encontrava entre os missionários presentes. Colocaram-na então em minhas mãos e, sob o olhar de Nossa Senhora, a imagem ficou envolta numa luz alaranjada.

Em seguida, comecei a sentir de novo uma leve brisa no meu rosto. Nossa Senhora começou a se afastar no firmamento e não vi mais nada.

* Nossa Senhora refere-se aqui ao reitor do Santuário de Fátima, Padre Luciano Guerra, que em outubro de 2003 promoveu um congresso inter-confessional, sem precedentes, com budistas, hindus, muçulmanos, ortodoxos, anglicanos e católicos.

(fonte: Notícias de Fátima e The Portugal News, em língua inglesa – www.old.fatima.

org/portugal)5

2- Por ocasião de minha estadia em Roma com Raymundo, em junho de 2004, quando Dom Damasceno recebeu o pálio e Raymundo entregou ao Papa João Paulo II uma “réplica perfeita” da imagem de Nossa Senhora Aparecida, aconteceu que ele teve um sonho que me relatou. Sonhou que estávamos num hotel quando ouviu um estrondo enorme, e exclamou: Francisco, você ouviu? Parece ter sido um terremoto.

Eu repliquei: não, deve ter sido uma explosão. Ele foi à janela do hotel e dela viu muitas pessoas aflitas e desorientadas, uma destruição muito extensa: casas em ruínas, muito fogo, principalmente em uma casa enorme cheia de janelas (Vaticano?).

Era somente um sonho. O que significaria? Estaria relacionada com a data de 21/12/12? Veja carta da irmã Lúcia, na frase em negrito na pág. 14.

4- “– O Senhor irá fazer esse anúncio, conforme Lúcia escreveu?

– Não sei… não posso… não devo. – ele falou baixinho e inclinado para a frente.”

5- 11/09/01 – Torres gêmeas de Nova York (USA)

10/03/11 – Terremoto e tsunami no Japão*

21/12/12 – Vaticano? (amarelo - ver item 2 acima)

* O terremoto no Japão aconteceu às 14 horas do dia 10 de março, que correspondia às 2 horas do Brasil e às 5 horas de Portugal.

6- “Esta visão que Deus lhe permite, deverá escrever e estar nas mãos dos dois Serafins, o senhor Bispo de Leiria e o senhor Cardeal de Belo Horizonte, sem mais tardar.

Guarde reservas sobre ela até o dia 15 de outubro deste ano. É o prazo que o Senhor Deus fornece a esses bispos para que isto chegue ao Vaticano.”

 

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