O Retorno de Jesus - Segunda Vinda de Jesus - A Valta de Jesus

Código Fox Padrão Fox 2

Vila del Rey – Terça-feira, 21 de dezembro de 1999

Código Fox – Padrão Fox 2 - Raymundo Lopes - Obra Missionaria

Era uma bela manhã. Eu estava em minha residência preparando o Terço que rezaria na Basílica de Lourdes, como sempre faço às terças-feiras.
Lembrava-me da imagem de Jesus crucificado, que tinha vertido óleo em setembro deste ano, e isto estava me incomodando. Quis entrar na Capela e contemplar a imagem do Cristo, e perguntava: por que o Senhor fez isso comigo?
De repente comecei a ficar tonto, não conseguia parar-me em pé, então sentei-me no chão. Foi quando se aproximou de mim um homem alto, vestido de preto, que começou a me pedir para lhe contar o que sabia a respeito do retorno de Jesus à terra. Eu olhava para ele surpreso, pois não sabia nada, e mesmo que soubesse, algo me dizia para não falar.
Fiquei calado, e ele começou a me sacudir pedindo-me que falasse.

  • Comentário:
    Vejam, Lúcifer sem acesso a determinado conhecimento que Raymundo pudesse ter. É a proteção que seu nome no Céu, Daniel, lhe dá, como veremos mais adiante. Por isso o Céu o manteve, mesmo com sua relutância em aceitá-lo.

    Nesse momento, um garoto de aproximadamente 9 anos apareceu e espantou o homem. Em seguida, amparou-me e levou-me para dentro de casa. A sala estava toda azul. Nela havia cerca de 10 pessoas, que não reconheci, todas vestidas de branco.
    Elas disseram-me em uníssono:
    “Faça vênia (saudações respeitosas) à Bela Senhora, a Mãe do grande mestre Jesus.”
    Uma luz mais forte começou então a se formar no meio da sala, e dentro dela estava Maria Santíssima, também vestida de branco.
    Ela me disse:
    – Meu caro Daniel, desejo lhe transmitir algo muito importante, que tornará sua vida muito difícil, mas é necessário que saiba, porque daqui por diante tudo que lhe passei, e muitas coisas que o Céu lhe passará, nortearão seus passos, para que tenha força e coragem para anunciar a maior boa-nova da história da cristandade, extensiva a todos os povos da terra.

    Comentário:
    Temos medo de sermos ridicularizados, desdenhados ao falarmos desse assunto: o retorno de Jesus. Para isso, devemos buscar apoio na oração e usar dos meios que o Céu nos fornece. a ‘espiritualidade missionária’ que esta Obra hoje nos oferece é suficiente, é grande e forte para que possamos assumir uma atitude de coragem e determinação a fim de levarmos a bom termo esta missão tão grandiosa. só para lembrar algumas: temos os Três selos e as orações, fornecidos pelo Céu; a Bênção de são Bento, na Capela Theotókos, recomendada pelo Céu; o Rosário nos dias 25 de cada mês, pedido por Jesus; o Terço na Basílica, pedido por Nossa senhora; a Vigília, toda 1ª sexta-feira; e, principalmente, a presença constante de Jesus, Maria e os três anjos.

    – Senhora, não está falando com a pessoa errada? Eu não me chamo Daniel.
    – No Céu, seu nome é Daniel, e para o que vou lhe revelar, esse nome é protegido, é um meio eficaz fornecido pelo poder Divino, para que essa informação não caia nos caminhos do materialismo que ronda a terra.

    Comentário:
    Veremos, no final deste diálogo, por que – para Raymundo – Daniel é um nome protegido.

    – O que a Senhora tem a me revelar de tão importante?
    – Desde tenra idade, Eu o tenho protegido, porque você é o meio que os espíritos da luz escolheram para vencer o espírito das trevas.
    Tudo é criação do Todo-Poderoso, tudo é bom, mas escolhas equivocadas fizeram com que, protegidas pela lei maior que rege vocês, que souberam batizar como livre-arbítrio, agissem contra os desígnios do Criador. Uma enorme cisão foi criada e Lúcifer, com a permissão de Deus, comanda as trevas, destruindo o caminho da luz; e vocês estão sob o reino do nada; e Deus, na figura de Jesus, deseja conquistar de novo o caminho por Ele criado.

    Comentário:
    “Você é o meio que os espíritos da luz escolheram para vencer o espírito das trevas.”
    Primeiro: que responsabilidade – do Raymundo e do Grupo –. Vejamos três pequenos trechos do diálogo ‘Roma, um desafio’ (pg. 211) – Nossa senhora a Raymundo: “Deus está permitindo uma querela (conflito, contenda) entre Mim e Lúcifer. Não tenho escolha, senão aceitar o desafio.” “se (você) falhar, eu falharei, e meu Filho estará entre vocês sem nenhum amparo da Igreja Católica. será o caos, porque o mundo não poderá compreender a graça recebida.” Raymundo: “… farei de tudo para que isso não aconteça; mas, se acontecer, peço perdão por mim e por todos aqueles que me acompanham.” segundo: Raymundo, como meio, é uma escolha feita pelos espíritos da luz. Terceiro: o que é o “reino do nada”? Primeira ideia: é aquele que não leva a nada. Isto mesmo, pois não leva à vida eterna com Deus (Reino da Luz). E não
    estar com Deus na eternidade, excluído portanto de seu Reino, é não estar com nada, por permanecer confinado, em condenação, para sempre, sem o convívio com o Criador, fonte da vida e da felicidade, no qual nossa alma se compraz. É também chamado ‘o reino das trevas’.
    Essa divisão é a dicotomia do conceito dos valores e princípios que regem o comportamento humano: o bem e o mal, onde o bem reúne aqueles que concorrem para uma vida em unidade e harmonia com o Criador, numa perspectiva eterna, enquanto o mal agrupa os demais, que não se colocam nesse alinhamento, buscando uma posição e comando próprios, chamando para si o poder de decidir sobre o que é bem e o que é mal, e agir consequentemente: ‘uma reivindicação de autonomia moral pela qual se renega seu estado de criatura, um atentado à soberania de Deus, uma falta (pecado) de orgulho, de soberba’. Daí porque vemos Lúcifer dizer a Raymundo, no diálogo ‘Uma Corbelha de Flores’ (pg. 60): “Vocês fazem coisas pela fé em quem nos criou. Eu, ao contrário, sou criatura mas escolhi pensar por mim mesmo.” E no diálogo Uma Porta (pg. 71): “‘Este caminho não é meu (…). Peça a esses que o protegem para tirarem essas passadeiras, colocarem no meio da sala uma cadeira para mim e coloque na estátua (crucifixo) este pano.’ E mostrou-me um pano preto, onde estava escrito em letras brancas: ‘aqui não tem nada, não tem azul, não tem vermelho e nem amarelo.’ Depois, disse: ‘Não desejo, de forma alguma, seguir regras impostas.’” E propôs o seu caminho, sem as três passadeiras nas cores azul, vermelha e amarela; cores primárias que aludem à Trindade santa: Caminho, Verdade e Vida. E no diálogo ‘Tire a Medalha do Pescoço’ (pg. 108): “Eu sou o que você pensa de mal; portanto, eu e o mal somos a mesma coisa. Você me ofende quando pratica o bem. – O que é o bem para você? – perguntou-lhe Raymundo. – Tudo aquilo que não é mal. – respondeu-lhe Lúcifer.” Esse agrupamento que chamamos de mal é obviamente maior, onde tudo é permitido, por isso pode ser representado pelo ‘negrume cósmico’, uma extensão incomensurável. E daí porque vemos Nossa senhora dizer na mensagem de 20/04/1993: “a noção do pecado ficou tão relegada a um plano inferior que, com a facilidade com que aceitam tudo sem questionamento, o mal, muitas vezes, lhes fala dando a impressão de serem palavras sadias.” E em 13/05/1993: “a noção do pecado não existe mais. Tudo é permitido, e milhares de almas se perdem por causa disso.”
    É o mal disseminado nos tempos atuais, o reino das trevas se impondo.

    – Não estou entendendo, Senhora!!
    – Entenderá com o tempo. – respondeu-me sorrindo – Sou plenamente humana e perfeita, porque, com a permissão do Criador, que se fez homem através de mim, me fez sem o pecado original, isto é, Eu tenho a plena conquista no meu cérebro, para que Ele também viesse a nosso mundo com essas particularidades. Jesus, meu Filho amado e meu Deus, percorreu o mundo, conhecendo-nos na natureza humana, usando de toda a capacidade cerebral que possuía, e com isso pôde suprir-nos da esperança de tê-lo de volta no final destes tempos, fazendo com que
    O conheçamos como nosso Deus criador de todas as coisas.

    Comentário:
    antes de mais nada, temos aqui uma declaração do mistério da santíssima Trindade: um só Deus e Criador em três Pessoas: “… com a permissão do Criador, que se fez homem através de mim (…). Jesus, meu Filho amado e meu Deus, percorreu o mundo, (…) fazendo com que O conheçamos como nosso Deus criador de todas as coisas.”
    “… me fez sem o pecado original, isto é, Eu tenho a plena conquista no meu cérebro”. Isto deixa claro que o pecado original nos trouxe como consequência a perda da conquista plena do nosso cérebro, Deus limitou o uso do nosso cérebro a uma pequena parte, como veremos mais na frente. sabemos de outras consequências do pecado original, como a perda da pureza e da perfeição. Mesmo estas não atingiram a Mãe de Jesus: imaculada, “plenamente humana e perfeita”. Quanto à morte, também decorrente da perda do Paraíso, sabemos que seu corpo não conheceu a corrupção, por sua assunção ao Céu de corpo e alma.
    Voltando ao diálogo ‘Roma, um desafio’, olhem o que foi dito nesse trecho:
    “Você estará diante do racionalismo (Bento XVI), e isso meus contatos anteriores viram ruir por terra meu pedido do anúncio da chegada de meu Filho de retorno à terra, reclamando o elo perdido no Paraíso.”
    Isto podemos entender como a humanidade purificada, voltada para Deus e com uso pleno do intelecto. É também interessante ver aqui que Jesus, o Verbo divino encarnado, pôde conhecer-nos estando na natureza humana, ‘vivendo entre nós na condição terrena’. Já nos conhecia antes pela sua presciência, porém, ‘na condição celeste’.

    – A Senhora sabe então como isso se fará?
    – Sei como, mas não conheço nem o dia e nem a hora, conheço apenas a proximidade desse acontecimento.
    – Estamos perto?
    – Estamos! – respondeu-me.
    – Faça uma relação de 1 a 9.
    Fiz num papel à parte, que estava na mesinha do centro da sala, usando de uma caneta que trazia em meu bolso.
    Depois, Ela continuou:
    – Embaixo de cada número, escreva uma letra do alfabeto que vocês usam; quando chegar o número nove, volte a escrever até completar a relação de letras, entendeu?
    – Entendi.
    E fiz o que Ela me mandou1!
    – Lembra-se quando lhe ensinei que o número de Jesus é seis (6) e que Lúcifer, mascarando-o, fez criar na cabeça de vocês o 666, que na verdade representa Deus, Jesus e o Espírito Santo? O Anticristo é ele, que em sua soberba deseja ser Deus!
    – Lembro-me, e quando falei disso às pessoas quase fui apedrejado.
    – O que você achou na sequência dos números e letras que pedi que escrevesse?
    – No número 6, formou-se a palavra FOX.
    – Muito bem, esse é o código de retorno. O que se formou na coluna 9?
    – Tenho a letra I e a letra R.
    – A letra I entenda-se como Jesus2, e a letra R é seu nome na terra.
    Você é o escolhido para mostrar ao mundo que dentro de um padrão FOX 2 será realizado o grande milagre do retorno de Jesus, não como humano; mas com a plena capacidade do cérebro de vocês funcionando, todos vocês o verão como Deus.

    Fox P2 - Obra Missionária - Raymundo Lopes

    Comentário:
    aqui fica claro que o padrão FOX 2 – a plena capacidade de nosso cérebro funcionando – será determinante para o “milagre do retorno de Jesus”. Isto é, de certa forma, confirmado no diálogo ‘administre meu tesouro, que são vocês’ (pg. 136): “… para que pudéssemos, na terra, esperar seu retorno fazendo com que nosso intelecto O recebesse de volta.” Obviamente que a este fato se somará a mudança do homem, como foi dito no ‘Final de Milênio II’: “Vocês mudarão a terra, porque estarão mudados. Uma nova consciência tomará conta do mundo, totalmente direcionada a Deus, sem a influência maléfica de satanás...”.

    – O que é isso, Senhora?
    – É um código que a ciência de vocês usa para explicar o poder dado por Deus, para que raciocinemos e usemos do uso da fala para evoluirmos.
    Eu farei com que você ache esse código e entenda o que estou lhe transmitindo.
    – Que loucura!!
    – No padrão de vocês é loucura, mas nos padrões Divinos não é, porque esse padrão pertence a poderes que a razão de vocês desconhece, porque, devido à escolha equivocada da luz escolhendo viver nas trevas, Deus limitou o cérebro de vocês a uma pequena parte, ficando a outra como resposta a Seu retorno, que nada mais é do que o raciocínio pleno. Vocês verão a Deus, e terão conhecimento do grande erro imposto por Lúcifer. O grande banquete está servido, e nenhum daqueles que
    foram convidados participará do convívio do Criador.
    – Posso falar isso às pessoas?
    – Não. Guardará segredo disso, e somente quando estiver de retorno da cidade das águas, terá minha permissão.
    – Posso escrever?
    – Isso pode, mas que não seja no computador. Escreva manuscrito.
    – Por quê, Senhora?
    – Porque Lúcifer lerá, e se você falar às pessoas, ele terá acesso, e Deus deseja que isso seja conhecido somente depois do seu retorno da cidade das águas.

    Comentário:
    aqui esclarece o que diz no início a Mãe de Deus: “No Céu, seu nome é Daniel, e para o que vou lhe revelar, esse nome é protegido, é um meio eficaz fornecido pelo poder Divino, para que essa informação não caia nos caminhos do materialismo que ronda a terra.”

    Dizendo isto, as pessoas presentes começaram a cantar algo diferente, mas muito bonito, e todos eles fizeram uma barreira em torno de Nossa Senhora, e Ela sumiu.

      2- “A letra I entenda-se como Jesus”: Iesu (Jesus, em latim).

    Comentário:
    Voltando ao conceito de luz e trevas, podemos ainda comparar as trevas à ‘bebida doce’, isto é, uma vida comprometida com o bem-estar pessoal, com as ‘coisas boas da vida’, que atendem aos sentidos da matéria; com a ‘paz que a razão nos propõe’. Privilegia a razão em detrimento da fé; alinha-se ao comando de Lúcifer, a quem presta adoração. Por isso é representada pelo negrume cósmico: perde-se no tamanho porque tudo a si permite, mas não manifesta vida ou luz, daí porque chamada de trevas. E por se contrapor à sua origem, à sua essência moldada à imagem do Criador (Bem supremo), vive um profundo conflito interior, e por isso não alcança felicidade, dando lugar ao ódio. O instinto de sobrevivência leva-os, então, à agressividade e ao uso de todos os meios, a uma astúcia sem ética ou moral, fazendo-os por isso vitoriosos sobre os ‘filhos da luz’, vitória que só não se perpetua pela interferência divina. A luz é o seguimento de Jesus: renúncia à própria vontade, para
    fazer a vontade de Deus; conduta comprometida com seus ensinamentos: “se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”(Mateus 16,24). seu pensar e agir observam limites que estabelecem uma ordem em Deus. atende aos sentidos do espírito; pauta seu caminhar pela união entre fé e razão (“racionalidade divina”); é a paz que Jesus nos propõe. Por isso – neste mundo – pode ser representada pela bebida amarga: “Escolha. se quiser comer comigo, a minha bebida é esta (a amarga)”, Jesus a Raymundo, diálogo ‘Você passará pela vida como o último’, de 26/10/2006. Porém, transmite vida e luz por estar ligada ao seu Criador, autor da vida e da luz.

    Reflexão – Quando ouvimos Raymundo dizer que Deus fez primeiro as trevas e que só depois fez a luz, numa alusão ao Gênesis (1,3-5): “Deus disse: ‘Haja luz’ e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e Deus separou a luz e as trevas. Deus chamou à luz ‘dia’ e às trevas ‘noite’”, precisamos refletir com acuidade para entendermos tal afirmação, dada a sua profundidade. Como vemos no diálogo ‘assim nasceu o Universo’ (27/10/2005), “Deus criou tudo do nada – … todas as galáxias saíram de um ponto central. Nesse ponto está Deus”. Portanto, no princípio só havia Deus: “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus” (João 1,1). além de Deus, certamente havia somente o negrume cósmico, expressão do nada e representação das trevas, como vimos acima, daí porque a luz foi criada depois. Esta precedência das trevas em relação à luz deve ser entendida no plano material, porque no plano espiritual Deus, como fonte da luz, já a possuía em si, fazendo-a portanto coeterna consigo. Sabemos que nossa conduta é embasada em valores e princípios, e destes Deus separou uns de outros: chamou de bem aqueles que nos levariam à eternidade consigo e de mal aqueles que nos apartariam de seu convívio.
    Quando Raymundo diz que Lúcifer – espírito de luz – preferiu comandar as trevas, por sua maior extensão, na verdade ele falava de seu desejo por uma maior liberdade de ação, inspirada num discernimento moral próprio, sem ter que “seguir regras impostas” (diálogo ‘Uma Porta’, pg. 71); como disse acima: chamando para si o poder de decidir
    sobre o que é bem e o que é mal. Queria ser Deus.

    “… escolhas equivocadas fizeram com que, protegidas pela lei maior que rege vocês, que souberam batizar como livre-arbítrio, agissem contra os desígnios do Criador. Uma enorme cisão foi criada e Lúcifer, com a permissão de Deus, comanda as trevas, destruindo o caminho da luz; e vocês estão sob o reino do nada; e Deus, na figura de Jesus, deseja conquistar de novo o caminho por Ele criado.”

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