O Retorno de Jesus - Segunda Vinda de Jesus - A Valta de Jesus

Um alerta de Maria sobre a vinda de Jesus

A verdade sobre as aparições de Maria em: Medalha Milagrosa, Lourdes e Fátima
Domingo, 10 de Abril de 2007 – Vila del Rey , Belo Horizonte-MG

Um alerta de Maria sobre a vinda de Jesus

Era uma manhã muito bonita. Por volta das 6 horas resolvi dar uma voltinha no condomínio. Caminhava , quando percebi que estava acompanhado. Eram os três Anjinhos, que nos dias 19 de fevereiro e 18 de março estiveram comigo.
- Ué! Resolveram caminhar também? -perguntei.
- Queremos lhe mostrar uma coisa!
Vi que traziam nas mãos as três caixinhas que me deram sérios aborrecimentos das vezes anteriores.
- Ah, não! Se vocês querem me falar a respeito dessas caixinhas, estou fora, não quero nem saber.
O do meio, com a caixinha vermelha, começou a rir e me disse:
- Sabemos que perturbamos um pouco a sua mente, mas foi para o seu bem. A doce e serena Senhora quer lhe revelar uma coisa importante por intermédio dessas caixinhas.
- Revelar o que? Primeiro vocês fazem sair delas uma cobra enorme, um lírio murcho e um ‘’M” pequenino; da segunda, vocês fizeram com que os manuscritos, o quadro de Nossa Senhora do trajeto e a imagem de Nossa Senhora do Magnificat, das pílulas azuis, fossem parar dentro delas, isso sem falar que fiquei apavorado quando vocês me pediram para tirar da boca da cobra meus manuscritos, e quando vi numa das caixinhas a imagem toda quebrada. Tá tudo muito confuso.
E o Anjinho da caixa azul disse:
- Os recados, mensagens, visões que são permitidos pelo Altíssimo, são às vezes confusos aos olhos humanos, porque são provindos de uma fonte completamente adversa da de vocês. As leis do Altíssimo, são imutáveis e vocês as violam por séculos e milênios, até que a linguagem celeste se torna turva ao cotidiano de vocês.
- Se aperfeiçoarem o espírito, tudo se mostrará claro. – disse o Anjinho da caixa amarela.
- O que vocês pretendem me mostrar? – perguntei.
Eles me fizeram sentar debaixo de uma árvore e sentaram ao meu lado.
- Vamos abrir de novo as caixinhas? – falou o Anjinho da caixa amarela.
- Qual delas?
- Vamos começar pela vermelha. – respondeu.
Abrindo-a, vi dentro a figura minúscula de uma freira idosa, de hábito preto com chapéu largo na cabeça. Ela estava ajoelhada aos pés de um sacerdote que me parecia ser o Papa, por causa da vestimenta. Perto deles havia um padre, a quem ela entregou uma folha de papel, onde estava o nome de Aladel, e este a entregou ao Papa.
E o Anjinho me disse:
- A serena Senhora deseja que tome conhecimento desses escritos.
Então vi o que estava escrito no papel, em francês, e por incrível que pareça pude entender. Era isto:
‘’Na altura do peito sustinha um globo de ouro encimado por uma cruz, oferecendo-o a Deus. Ela levantava os olhos e depois o baixava. Nos dedos da bela Senhora havia três anéis, um com pedra azul, um com pedra vermelha e outro com pedra amarela, e deles jorravam raios de luz de diferentes intensidades e diferente beleza.
Ela disse então: ‘Este globo representa a terra, que irá receber a segunda vinda de Jesus, e esses anéis que você vê em meus dedos representam que fui escolhida como medianeira da Santíssima Trindade para proclamar isso.
Faça com que essa revelação chegue ao Papa, através de seu confessor. Peço que faça cunhar uma medalha conforme está vendo. As pessoas que a trouxerem receberão muitas graças por sua revelação.’’’
Eu, muito confuso com o que tinha visto, falei ao Anjinho da caixa vermelha:
- Mas isso é muito grave, a Medalha Milagrosa então era para ser cunhada conforme esse modelo e representa a segunda vinda de Jesus. É isto que estou entendendo?
- Sim, é isto que entendeu!
- Então a Igreja escondeu o fato?
- Sim, a Igreja escondeu o fato! – disse o Anjinho da caixa vermelha.
O Anjinho da caixa amarela interrompeu nossa conversa, dizendo:
- Vamos abrir a segunda caixa?
- Agora estou ansioso, vamos abri-la.
Abrindo-a, vi dentro a figura de uma freira ajoelhada aos pés de um sacerdote, que me pareceu ser o Papa. E perto havia um padre, a quem a freira disse:
‘’- A Senhora que vejo manda dizer que é aquela que anuncia a segunda vinda de Jesus, por isso estou aqui ‘.
- Tinha algo nas mãos?
- Tinha contas coloridas e delas jorravam raios de luz de diferentes intensidades e beleza.
- Era um rosário?
- Não sei responder, acho que não!- Por que?
- Porque faltavam muitas contas, e das contas coloridas saíam cores como o amarelo, azul e vermelho.’’
- Meu Deus, isso é Lourdes! – exclamei.
- Sim, é Lourdes! – disse o Anjinho da caixa amarela.
Então o Anjinho da caixa azul interrompeu, dizendo:
- Vamos abrir a última caixa?
Abri e vi a mesma cena: uma freira ajoelhada aos pés de um sacerdote que me pareceu ser o Papa, pois estava vestido como tal. Perto dele havia um padre. Eles diziam:
‘’- Conte-me o que viu. – pediu o padre à freira.
- Vi uma linda senhora que pairava em cima de uma velha azinheira.
- Ela disse alguma coisa?
- Sim, disse, mas não posso relatar agora.
- Quando, então?
- Será escrito e entregue a ele. – respondeu olhando para o Papa.’’
Depois vi esta freira escrevendo em português:
‘’Venho até aqui para anunciar, pela terceira vez, a vinda de meu Filho à terra. Já a anunciei duas vezes e não tive resposta. Agora, esta é a terceira vez. Depois disso, se não obtiver uma resposta da Igreja, falarei fora dela, porque a humanidade necessita ser avisada de tal acontecimento.
Não me foi revelado o dia nem a hora, mas me foi revelado que próximo está e a igreja necessita estar preparada para esta chegada. Fale disso ao Papa.’’
Havia mais coisas que não pude ler.
-Tenho aqui uma quarta caixa, que somente você poderá abrir.
Os três aproximaram as caixas e elas se uniram transformando-se numa caixa branca, que me entregaram, dizendo:
- Abra!
Abri e vi que estava vazia. Então disse:
- Ela está vazia, não tem nada!
- Coloque dentro dela as três caixas que lhe mostramos!
Eu coloquei dentro da caixa branca as três caixinhas: vermelha, azul e amarela, que se fundiram numa só. Não sei por que, mas senti necessidade de abrir também esta caixa. Dentro dela tinha quatro datas: 1830, 1858, 1917 e 1997.
- O que significa isso? – perguntei.
- Significa o que você sempre diz: ninguém pode ser condenado sem ser julgado. A doce Senhora, em nome de Deus, providenciou para que a Igreja fosse a anuciadora do grande acontecimento que se aproxima, e isso foi por ela (a Igreja) racional e providencialmente escondido. A doce e serena Senhora confia em você.
Dizendo isto, eles retomaram a caminhada, deixando as caixas no chão. Eu corri até eles, chamando-os de volta, por causa das caixas. Um deles voltou e me disse:
- Não há mais caixas. Quando virei para ver se as caixas estavam no chão, tinham desaparecido; e voltando a eles, já não mais os vi...

Quarta tentativa: Belo Horizonte, Maria com o vidente do final dos tempos
Segunda feira, 02 de abril de 2007 – Vila Del Rey

Tinha programado ir a Tiradentes (MG), a fim de providenciar uma coroa para Nossa Senhora de Belém, e não fiz mais nada, não conseguia me concentrar noutra coisa, só pensava no que tinha visto pela manhã. Cheguei em casa por volta das 18:30 horas e ainda encontrei algumas pessoas na Capela. A Missa tinha sido celebrada pelo padre Domingos. Fiquei ali conversando um pouco com eles. Por volta das 24 horas, como não conseguia dormir, voltei à Capela.
Fazia muito calor. Sentei-me no chão e comecei a falar, sozinho, em voz alta: por que isso, meu Jesus, por que isso vem a mim? Não posso fazer nada... E tive uma crise de choro descontrolada, não conseguia parar de chorar. Devo ter ficado nesta situação por uns 10 minutos, quando senti uma mão sobre minha cabeça. Era de um dos Anjinhos, não sei qual, pois eram iguais.
Ele me disse:
- A doce Senhora deseja lhe falar!
Levantei-me rapidamente e perguntei a ele:
- Onde está Ela, onde está Ela?
- Venha, vou levar você onde está a doce Senhora, venha comigo!
Pegou em minha mão e me conduziu pelo corredor da Capela até a sacristia. Quando entrei, Nossa Senhora estava na mesma cadeira em que tinha sentado anos atrás. A sacristia é pequena e por causa da cadeira mal cabem duas pessoas. Maria Santíssima estava com um vestido brando, que cobria quase toda a cadeira. Por alguns instantes fiquei estatelado à porta, sem voz e sem atitude. Sentia que meu coração ia sair pela boca, sem nada falar e sem saber o que fazer, apenas olhava para Ela. Depois consegui dizer:
A Senhora aqui, na Capela, como isso pôde acontecer?
- Sente-se perto de mim, precisamos conversar.
E perguntou:
-Está perturbado com o que viu?
-Sim, estou muito perturbado, porque isso que vem acontecendo é gravíssimo e não posso fazer nada para remediar.
-Eh, não poderá fazer nada para remediar, mas poderá fazer essa verdade ser anunciada.
-Como? De Belo Horizonte, com poucos recursos, com esses padres, bispos e cardeais me perseguindo? Senhora, me permite uma observação que me acompanha desde quando veio falar comigo no apartamento?
-Sei qual é, mas fale, porque desta forma seu pensamento se ordenará e nosso diálogo terá curso. Fale.
-Fiz tudo o que me pediu, mesmo sabendo que nada posso diante do poder da Igreja; lhe obedeci, mesmo quando sentia que não teria forças para as tarefas solicitadas; a Senhora me fez acreditar que eu seria aprovado pela Igreja e depois a Senhora mesma disse que não estava interessada em aprovações. Colocou do meu lado, primeiro, um padre cassado pela Igreja e depois um segundo meio desmiolado. Tirou de mim recursos e pessoas que me ajudavam; hoje restam poucos.
-Tem mais alguma coisa? – Ela perguntou sorrindo.
-Tenho, mas não interessa, acho que já estou sendo indelicado.
-Muito do que falou, quem lhe deu foi o príncipe deste mundo, sabendo que estou lhe passando uma tarefa árdua, e você tem sido provado arduamente sobre ela. É minha luta, mas desde que consegui de você uma sinceridade de espírito, uma liberdade de palavra, conseguindo interpretar as lições de meu Filho no Evangelho, coisas ocultas que foram reveladas apenas a você, manteve-se correto na maioria das decisões, não se deixou levar pelo fermento desses fariseus do seu século, meu Coração Imaculado venceu.
Neste tempo, lhe dei uma Basílica para falar, pessoas que estão viabilizando os livros, uma casa para morar, esposa dedicada, filho temente a Deus e, não é de seu conhecimento, uma legião de pessoas, padres e leigos que reconhecem sua dedicação a mim e estarão do seu lado na hora certa. Meu Filho em sua casa é uma resposta do Céu a meu apelo.
-Mas, Senhora, nunca poderia imaginar que veio à terra por três vezes e os responsáveis esconderam o verdadeiro motivo.
Por que?
-Porque tiveram medo, deram trela à razão.
-A Senhora sabia que isso aconteceria?
-Sabia, mas o Altíssimo não condena ninguém sem antes passar pelo crivo do erro e depois o julgamento. Meu Filho disse que nesta hora não haveria fé na terra. Onde existe fé, se Sua própria Igreja esconde Seu retorno?
Os primeiros papas que souberam do meu pedido na capital francesa não acreditaram no recado, acorrentaram a mensagem nas gavetas do vaticano e ordenaram outras providências, para que fosse cunhada a medalha que eles tinham idealizado. Catarina calou-se 
Porque não podia fazer nada diante das circunstâncias, mas morreu angustiada ao ver que meu pedido não foi levado a sério, como deveria ser. Anos depois, tentei de novo na França, desta vez numa pequena cidade, e lá proclamei: ‘’Sou a Imaculada, aquela que deve anunciar a vinda de Jesus, por isso estou aqui’’. E Bernadete foi obrigada a proclamar ao padre Cros coisa que não pedi, e depois a encerraram num convento longe do lugar onde encontrava comigo.
Quando o Papa da época teve o anúncio do fato, reportou-se ao anterior mas não acreditou, fez da gruta um local de peregrinação, e o meu pedido foi pela segunda vez engavetado no recinto do Vaticano. Não desisti, porque os planos do Altíssimo exigiam três tentativas, e isto foi completado nas terras portuguesas, foi a terceira menina por mim escolhida para a mensagem à Igreja. Pedi que fosse escrita e endereçada ao Papa alguns anos depois de minhas aparições em Iria.
Tanto Benedito XV quanto Pio XI estavam por demais ocupados e não deram importância ao que falei. Depois Pio XII veio a saber de meus pedidos em Paris, Lourdes e Iria, e declarou ironicamente que aquilo não lhe dizia respeito. João XXIII quis remediar o problema abrindo a Igreja ao mundo, pedindo um concílio. Achava que desta forma o Evangelho seria proclamado com maior liberdade e Jesus retornaria no coração das pessoas, e não como Eu tinha declarado em Paris, Lourdes e Iria. Resolveu, por conta própria, engavetar também meus pedidos para que a Igreja proclamasse esse retorno de Jesus.
Paulo VI, na trilha das omissões dos papas anteriores, nada fez, preocupou-se com o concílio, construções de salas, aumentou o número de cardeais não italianos e morreu angustiado, em 1978, por ter ciência da omissão de que fora parceiro.
Seu sucessor, João Paulo I, ao tomar conhecimento de meus pedidos, quis tomar providências, mas foi interrompido aos 33 dias de seu pontificado pelas pessoas que não queriam que esse anúncio fosse feito.
João Paulo II viveu atormentado, quis proclamar a verdade, mas foi obrigado a ir a Iria para tentar dar um ponto final naquilo que dava dor de cabeça à Igreja.
Eu fiz acontecer sua ida a ele, para numa última tentativa incentivá-lo a falar a verdade, mas tudo em vão, não teve coragem. Ele era meu escolhido para falar a verdade, mas o príncipe deste mundo venceu, fazendo prevalecer o racional.
Agora nada resta a fazer, meu pequeno Daniel, não posso lhe obrigar a nada, como nunca obriguei a ninguém. Fiz o que tive de fazer, proclamei em Paris, Lourdes e Iria; e Belo Horizonte foi minha reta final neste processo. Hoje passo em sua cabeça minhas mãos, sabendo que de você tudo será feito. Mesmo sabendo da derrota, que Jesus está a caminho, nada poderá impedi-lo, nem o fermento desses fariseus que você tanto lembra.
-Senhora, me permite uma última observação?
-Pode falar.
-A senhora é tão poderosa, por que não falou disso diretamente aos papas, ao invés de falar com meninas que seriam manipuladas?
-Não sou poderosa, somente o Altíssimo é poderoso, e para que Eu possa vir até a alguns, conforme venho a você, são necessários alguns quesitos que são raros, que os papas dessas épocas não os tiveram.
-E La Salette?
-Chorei por não poder falar.
-E Medjugorje?
-Seriam manipulados e agravaria mais o estado de João Paulo.
-Como posso proclamar isso, sabendo que não terei êxito?
-Proclame-o, mesmo sabendo que a Igreja não aprovará sua atitude. É o Davi diante do Golias. Tem nas mãos uma pequena arma que é a chave das interpretações das palavras de Jesus. Jogue-as a público e, se for da vontade do Altíssimo, o gigante tombará. Eu disse SIM a Deus num momento adverso, diga agora seu SIM a esta verdade, sinta que pode com a ajuda de Deus fazê-la frutificar, porque você não é padre, eles não poderão encerrá-lo num convento, não poderão calar sua voz. Você foi escolhido pelo Céu e ficarei ao seu lado até o último momento, para recebê-lo aqui onde estou. Estou oferecendo a Deus minha vitória pelo dever cumprido, faça o mesmo, e será tranqüilo.
Lembra que não lhe prometi nada neste mundo? Por que me cobra então vitórias racionais?
Estou indo, mas estarei sempre ao seu lado.
Dizendo isto, Ela desapareceu. Fiquei por algum tempo na Capela e depois subi para escrever tudo isto. Era muita coisa, mas tudo tinha ficado gravado em minha memória e precisava escrever o mais rápido possível.

Este diálogo encontra-se no livro ( Veni Domini Jesu )
 

2007 @ Todos direitos reservados para o SIM-Serviço de Informação Mariana