Cronicas de Raymundo Lopes
O majestoso Templo de Jerusalém
era o centro da vida religiosa do país.

23 de maio de 2017

Durante muito tempo reinou grande controversia em torno do Sudario de Turim

A lei de Moisés e os ensinamentos dos profetas constituíam a norma de vida moral e religiosa dos judeus. A palavra profeta significa aquele que fala em nome de Deus. Os profetas enviados e inspirados por Deus não só explanavam os ensinamentos divinos como também prediziam acontecimentos futuros.
Seus escritos conservados junto com os livros da Lei, eram lidos e explicados ao povo.
O culto estava dividido em duas partes distintas: oferta de sacrifícios e reuniões para leitura, explicações e orações.
Os sacrifícios só se ofereciam no Templo de Jerusalém.
As reuniões, pelo contrário, faziam-se onde quer que se
encontrassem israelitas.
Toda cidade ou povoado por menor que fosse possuía para isso a sua sinagoga.
Nas grandes cidades erigiam-se em número maior.
As explicações podiam ser feitas por qualquer pessoa a quem o dirigente confiasse este encargo.
É por isso que vemos Yeshua tomando diversas vezes a palavra nessas reuniões.
Para as despesas do Templo e do culto, além das ofertas, cada israelita masculino de mais de 20 anos, onde quer que morasse, devia contribuir com o tributo anual de meio ciclo, mais ou menos R$ 10,00.
Vemos os arrecadadores exigirem de Yeshua este imposto.
No tempo da condenação de Yeshua o cargo de Sumo Sacerdote estava nas mãos de Caifás, que durante nove anos exercera este cargo e que depois conservara tal influência, que conseguiu a nomeação de várias pessoas da família.

Raymundo Lopes

2007 @ Todos direitos reservados para o SIM-Serviço de Informação Mariana