Cronicas de Raymundo Lopes
Quando Cristo nasce,
está Roma no apogeu da sua Glória.

09 de maio de 2017

As suas legiões ocupam metade das terras conhecidas do mundo de então.

A cidade das sete colinas é um imenso lupanar, onde reinam o vinho e a luxúria.

O deboche é uma doença contagiosa, cujo vírus se infiltra por todo o lado.

Do oriente ao ocidente a corrupção é geral, as leis espirituais são espezinhadas, submersas pelas vagas da desonra.

As duas grandes correntes místicas: a ariana e a semítica, correntes de pensamento que canalizam até nós todas as nossas religiões, todas as nossas artes, estão ameaçadas de extinção.

Do mar do Norte ao Mediterrâneo, do Atlântico ao mar Negro a iniciação entra em declínio, extingue-se.
A sua agonia passa despercebida, totalmente encoberta pelas festas pagãs dedicadas às divindades múltiplas de um politeísmo radioso.

Tudo está prestes a ser subvertido em silêncio, num ambiente à Césares, quando o Senhor do mundo, que sabia do perigo, decide intervir.

Para suplantar o desregramento dos costumes e equilibrar a perda do conhecimento sagrado, o Senhor do mundo elabora uma doutrina dinâmica do pensamento e abre de um só golpe as portas da verdade.
Raymundo Lopes

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