Cronicas de Raymundo Lopes
Daniel

28 de Novembro de 2017

Daniel

Não é fácil indicar, conquanto só em termos gerais, o período a que pertence Daniel. Os primeiros capítulos falam da educação de Daniel na corte babilônica.
O rei Nabucodonosor sonha com uma estátua cujos pés são de argila.
Daniel, sábio e intérprete feliz dos sonhos, descortina quatro reinos universais fadados ao desenvolvimento sucessivo antes do advento do Reino de Deus.
Daniel e seus três companheiros se recusam a prestar honras divinas à estátua de ouro erguida pelo rei, sendo por isso lançados numa fornalha ardente.
Segue outro sonho do monarca e outra interpretação, o rei será vítima de loucura transitória.
Quando durante um festim uma mão invisível escreveu palavras misteriosas, é Daniel quem as explica.
Dario, rei dos medos, conquista a Babilônia. Daniel, recusando seguir a religião oficial, é arremessado na cova dos leões, permanecendo ileso por vontade de Deus.
A própria história, com seus eventos, torna-se objeto das visões proféticas de Daniel.
Através das visões de Daniel, mudam-se os tempos e uma nova cronologia é criada.
As visões atingem o futuro reinado de Antíoco IV Epífanes, da dinastia dos selêucidas.
No cântico dos três jovens na fornalha ardente, na Babilônia, a judia Miryam, mulher temente a Deus, salva Daniel da condenação injusta. Os episódios em torno de deus Baal e do Dragão são sustentados pelo profeta Habacuc.
O livro de Daniel é canônico, e os seus vaticínios messiânicos sempre gozaram de grande reputação.

Raymundo Lopes



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